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Estresse e amor próprio

By agosto 27, 2019 No Comments

Constantemente dizemos que estamos estressados com alguma situação em nossas vidas que está demandando mais de nós mesmos. Mas você sabe o quê de fato é estresse?

Essa resposta do corpo aos riscos e ameaças tem se transformado em um dos males da modernidade. Em uma situação de perigo, o corpo necessita de uma concentração de energia para ação. Essa informação é transmitida no corpo através de um coquetel hormonal que inclui o famoso cortisol, conhecido como o hormônio do estresse.

Nossos ancestrais quando iam pra caça de alimentos necessitavam de um corpo focado, atento aos perigos, e capaz de reagir criativamente pra uma situação de fuga/luta. Esse sistema de resposta do corpo é importante para nossa sobrevivência. Porém, o mundo mudou e não necessitamos mais dessa resposta de luta/fuga pra sobreviver entre os outros animais. Mas traçamos uma luta diária com nós mesmos, nossos pensamentos e emoções. Nos sentimos ameaçados pelas cobranças externas de trabalho, família, relacionamentos e etc.

As coisas e comportamentos mudam de perspectiva e significado de uma cultura para a outra, de uma época para a outra, mas quando falamos de distúrbios alimentares, como a anorexia, bulimia, ou as fobias, como a síndrome do pânico, e a depressão, seriam patologias novas? Sintomas de um mundo contemporâneo, ou seriam velhas questões humanas repaginadas?

A comida é para o corpo o que o amor é para a alma. Sem comida, o corpo fica fraco; sem amor, a alma fica fraca. A nossa cultura diz para amarmos os outros, a humanidade, Deus, amar a natureza, a esposa, o marido, os filhos, os pais. Mas se você não puder amar a si mesmo, de modo nenhum poderá amar o outro.

Não podemos condenar o amor-próprio como um egoísmo. Uma pessoa que ama a si mesma dá o primeiro passo em direção ao amor real. No exercício de amar a si mesmo reconhecemos nossos limites, nossas dificuldades, nossos medos, e é com esse auto-conhecimento que não nos permitimos mais entrar nas dinâmicas excessivas do cotidiano: trabalho em excesso, comida em excesso, álcool em excesso, entre tantos outros exageros que cometemos na tentativa de relaxar desse estresse gerado pela falta de auto-cuidado.

Nesse momento, o que você chama de amor está endereçado a alguém, confinado a alguém. E o amor não é um fenômeno que possa ser confinado. Você só pode tê-lo em suas mãos abertas, mas não em suas mãos fechadas. No momento em que suas mãos se fecham elas ficam vazias.

Não ame como se fosse uma obrigação, pois assim toda a alegria vai embora.

A humanidade tem vivido sob uma sombra de condenação. Não se condene. Se você se condena, como poderá amadurecer? Se você se condena, você não é capaz de reverenciar a existência dentro de você, e se você não pode reverenciar a natureza dentro de você, como irá reverenciar a existência nos outros?

Muito estresse é produzido a partir de um profundo sentimento de desconexão, e esse sentimento nos impulsiona a buscar a conexão fora de nós. Iniciamos uma peregrinação em busca de algo que não sabemos bem o que é. E se eu te contar que o que você tem buscado nesse tempo todo é um reencontro com você? E que você já está aqui, não há necessidade de buscar nada, apenas desfrutar e tornar-se parte do todo, cultivando o respeito pelo sagrado que reside dentro de você.

Ame a si mesmo … essa pode se tornar a base para a transformação. No dia que você se livrar de toda a auto-condenação, auto-desrespeito, e da ideia de pecado original, será capaz de reconhecer a si mesmo como ser valioso e amado pela existência, será um dia de grande benção e de muito relaxamento.

Crie uma energia amorosa à sua volta. Ame o seu corpo, ame a sua mente, ame todo o seu organismo. Amar significa aceitar como é. Se você não se amar, como será capaz de olhar nos seus próprios olhos?

Muitas pessoas estão vivendo de forma inconsciente, elas são estão conscientes do que estão dizendo, do que estão fazendo; elas não estão se observando. É isso que o excesso de atividades e demandas externas fazem conosco, nos tira a possibilidade de observarmos a nós mesmos.

No momento, você não consegue se ver nem mesmo de olhos abertos. Você conclui, supõe, impõe e projeta.

As pessoas ficam supondo e não conseguem ver, não tem discernimento. Observar é meditar. Fique atento, fique alerta, não continue funcionando como uma maquina, um robô, é assim que muitas pessoas estão vivendo.

Meditação significa colocar a mente pessoal de lado, essa que tem nome e endereço, de tal forma que ela não mais interfira na realidade e você possa ver as coisas como elas são e não como você esperava que fosse.

Ao amar a si mesmo, você se desprenderá do que a sociedade implantou em você. Você se tornará livre dos condicionamentos que produzem tanto estresse no corpo. A alma se elevará mais e mais alto. À medida que você se torna mais observador começa a ter asas – então, todo o céu é seu!

Por Amanda Pinhopsicóloga, terapeuta corporal, facilitadora do curso de Anatomia Metafísica e corpo docente da Formação Massoterapia Integrativa.

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CONTEÚDO:
– Do que é formado o corpo?
• Anatomia celular e tecidos do corpo
• Consciência e os 5 sentidos
– As estruturas e o movimento : ação x reação
• Sistema ósseo
• Sistema muscular
– A relação com o ambiente : Eu x os outros
• Sistema Respiratório
• Sistema Circulatório
• Sistema Digestivo
• Sistema excretor
– Linguagem e comunicação : Razão x emoção
• Sistema Nervoso
• Sistema Endócrino
• Sistema Reprodutor
• Sistema Energético

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